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Cultura digital em prol da cultura tradicional

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Capa do portal indígena

Na aldeia Pataxó Hãhãhãe de Águas Vermelhas, na Bahia, recentemente foi instalada conexão à internet, fato muito comemerado pelos beneficiados. Mas durante oficina de produção de textos, imagens e vídeos para a WEB, entretanto, eles anunciam que o único computador disponível não é suficiente para ensinar a quantidade de índios interessados no letramento digital.

As informações acima são apresentadas no “Índios Online – Um portal de diálogo intercultural“, juntamente com outros vídeos e textos que debatem e difundem denúncias, violência, saúde, o fortalecimento cultural indígena etc. Ao todo, sete comunidades indígenas do nordeste brasileiro estão envolvidas no projeto: Kiriri, Tupinambá, Pataxó-Hãhãhãe, Tumbalalá na Bahia, Xucuru-Kariri, Kariri-Xocó em Alagoas e os Pankararu em Pernambuco. Leia o resto deste post

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Democracia e Mídias Sociais – Proposta de um novo modelo democrático

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Publicando um artigo muito bom sobre mídias sociais e política, extraído do blog colaborativo Trezentos – o início de uma multidão e de autoria do jornalista e professor universitário Julio Valentim. Degustem!

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Em épocas de eleições, muito se ouve falar sobre a importância de exercermos nosso direito e dever como cidadãos de votar. Mas será que nossa participação política e esse nosso exercício de cidadania se restringe a depositar de quatro em quatro anos nossos votos na urna, e escolher o candidato “menos pior” entre os disponíveis num cardápio já pronto (e do qual não tivemos participação na elaboração)? Creio que esse cenário de participação política que a democracia representativa possibilita é muito triste e afasta do cidadão a possibilidade de tomada de decisões sobre questões realmente importantes. Afinal, escolher quem vai decidir no nosso lugar não é ter poder de decisão, é o contrário disso; principalmente, se não temos a garantia de que esse representante decidirá o que decidiríamos (e na maioria das vezes não decide).

Portanto, criar o mito que o problema democrático é o de escolher bons políticos (ou o “menos pior”, afinal, em algumas eleições nenhum pode ser considerado bom) é responsabilizar o cidadão-eleitor pelas mazelas sofridas pela sociedade. Ou seja, a sociedade anda mal porque os cidadãos não sabem escolher e elegem maus políticos. De vítima o cidadão vira culpado, o responsável pelas falhas do sistema democrático representativo. Mas o que a maioria de nós não percebe é que é o próprio modelo de democracia representativa que é débil e precisa ser urgentemente substituído. O que precisamos eleger (e exigir) é um novo modelo de democracia, não novos políticos e representantes. Mas qual? Leia o resto deste post