Palavras ao infinito

Padrão

O brilho do Sol pela vida escorre
a materialidade do viver em ser.
A pertinência do instante
por toda a realidade:
Se cria. Se vive. Se assume.
A inconstância do ser
na plenitude da entrega:
Se sente. Se dói. Se consome.
Não como comódite, mercadoria.
Nem cancerígenos todo dia.
Como queria… como queria.
Respiro, ingiro, mastigo.
Engulo um jardim de fé e poesias
e purifico meu abrigo encantado.
Por mais que pareça doente
o alimento da alma da gente
não desisto de lutar, palavrear, manifestar.
Quando chega a hora, o dia corre
deixando para trás o amanhecer.
Quem não resguarda o infinito
não vivencia o anoitecer.

(Bruno Pinheiro – 14/3/12)

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